quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Indicações musicais a qualquer momento - I

Ontem, conversando com um amigo pela internet, comentei do show do Criolo que perdi, pois me atrasei (devido ao trânsito e o fato de termos nos perdido no caminho) e acabei chegando no Parque da Aclimação com os meninos no momento em que os caras no palco disseram "valeu, fiquem com Deus!" e foram embora.  o.O"
A arte de chegar no final de um show. Haha

Aí, conversando sobre o Criolo com meu amigo, passei alguns vídeos para ele conhecer o som..
Ele ouviu e curtiu. Depois passei o site, e ele me disse:
- Já tá viciando seu amigo.
"rss.."

Nesse momento reparei em um (bom OU mal) costume que tenho.. Pegar as coisas que julgo boas e interessante e indicar para as pessoas que acredito que vão curtir, ou não.. às vezes recomendo algo que nem acredito que a pessoa vá assistir ou ouvir, e me surpreendo. O som que eu achei que tal pessoa não ia dar atenção, no final acaba virando uma de suas músicas favoritas, e por aí vai...

Por isso é mais fácil me ver falando bem de algo, do que falando mal.. Não que eu omita as coisas, mas convenhamos que sair fazendo página no Facebook de "eu odeio o fulano de tal", "ninguém merece o som tal.." ou sair postando críticas nada construtivas por aí (pela internet) só vai dar ibope para aquilo que você não gosta.

Aproveitando o gancho, vou citar quais são os sons atuais que eu mais indico por aí!
Na verdade, três deles, porque são muitos.

Criolo

Kleber Cavalcante Gomes, conhecido como Criolo, começou a cantar rap em 1989, se apresentando como Criolo Doido. Foi educador entre 1994 e 2000.
Lançou seu primeiro álbum de estúdio Ainda Há Tempo em 2006, e fundou a Rinha dos MCs, existente até hoje. Para comemorar seus vinte anos de carreira em 2009, gravou um DVD ao vivo na Rinha dos MC's, que foi posto para venda em 2010, chamado Criolo Doido Live in SP.
Lançou seu segundo disco, Nó na Orelha, em 2011 e adaptou seu nome artístico simplesmente para Criolo.
O disco tem dez músicas, marcadas pela malemolência do samba ao peso do rap, passando pelo reggae, bolero e afrobeat.

Criolo foi um dos campeões de indicações ao Video Music Brasil 2011 da MTV, sendo indicado nas categorias "Videoclipe do Ano", com Subirusdoistiozin, "Artista do Ano", "Álbum do Ano", com Nó na Orelha, "Música do Ano" com Não existe amor em SP, e como "Banda ou Artista Revelação". Ele também foi o primeiro confirmado a se apresentar ao vivo durante a premiação, onde cantará a canção Não existe amor em SP ao lado de Caetano Veloso.

Clipe "Subirusdoistiozin", de Criolo.

Criolo canta "GrajaueX" no Estúdio Showlivre 2011.

Marcelo Jeneci

Com talento para agradar a muitos, Marcelo Jeneci é um compositor que tem o trabalho calcado em sua própria vivência musical. Instrumentista desde muito cedo, comemora com apenas 28 anos de idade seus mais de dez anos de estrada como músico acompanhante de diversos nomes da música popular brasileira. Agora, alça voos mais longos através de suas próprias canções e de sua linguagem musical apurada em seu primeiro álbum Feito pra Acabar, lançado pela Som Livre em dezembro de 2010.
O disco traz treze faixas autorais, a maioria em parceria com nomes conhecidos do público como Arnaldo Antunes, que marcam a primeira safra de composições do paulistano.

Marcelo Jeneci e Criolo lideram as indicações ao Video Music Brasil deste ano concorrendo em cinco categorias cada um. Jeneci concorre as categorias "Melhor Disco" com Feito Pra Acabar, "Hit do Ano" com Felicidade, "Música do Ano" com Feito Pra Acabar, "Artista do Ano" e "Revelação".

Clipe "Felicidade", de Marcelo Jeneci.

Rhaissa Bittar

Rhaissa Bittar se apresentava, aos 17 anos, em bares da noite paulistana com o grupo de choro Coisa Linda de Deus. Aos 18, a jovem passou um ano em Taiwan na China estudando música erudita e popular taiwanesa. Após seu retorno em terras tropicais, passou um ano gravando seu primeiro disco, intitulado Voilà, ao lado de músicos como Maurício Pereira, Daniel Szafran, Michel Leme, Nailor Proveta, Ricardo Herz, Banda Paralela e Lulinha Alencar. O disco traz treze composições da cantora e mistura suas raízes brasileiras com referências de jazz e música popular chinesa.

Rhaissa Bittar canta "Dig Dom" no evento Arte Constrói.

Música "Chilique Chique", de Rhaissa Bittar.

As indicações estão lançadas, confiram o material dessa galera que está chegando com tudo no cenário musical.
Coloquei parte I no título do post porque provavelmente farei uma continuação com outros músicos, não exatamente na ordem do blog, mas como o próprio título diz "Indicações musicais a QUALQUER momento".
É só ficar atento ao blog.
Até a próxima!
                     
@nanajapinha  ^_~***