E é daqui que puxo o gancho para este texto. Enquanto escrevo, ouço a discografia completa da banda italiana Zero Assoluto.

Não tenho certeza, mas acho que foi a partir daí que comecei a ler romances por espontânea vontade. E posso dizer que Federico Moccia tem um estilo diferente de tocar no tema. É jovial, atual em diversos aspectos, sabe onde adicionar comédia, descreve a cidade onde a história acontece, de modo que podemos imaginar exatamente o cenário, sem usar detalhes exagerados e cansativos. Nem preciso dizer que me apaixonei pelas obras de Moccia, né? Venho acompanhando sua bibliografia desde então. Até sobre (Lucio) Battisti, que Moccia costuma mencionar nos livros, eu pesquisei, mas ainda não a fundo. Deixo para outro dia, outro post, hehe.

E assim aconteceu também com Alexz Johnson, quando assisti o seriado Instant Star, que era exibido pelo Multishow e depois no canal Boomerang. Na série, a atriz e cantora, Alexz, interpretava a colegial Jude Harrison, que ganha um reality-show semelhante ao American Idol, e se torna uma estrela do rock. Alguns discos foram lançados com a trilha série, toda com músicas cantadas pela Alexz. E quando Instant Star terminou, além de seguir atuando em filmes, Alexz tocou também de forma independente o seu trabalho musical, que admiro muito. É uma de minhas cantoras preferidas também.
Com as bandas Asian Kung-fu Generation e Ikimono Gakari, a curiosidade veio a partir de alguns animes. E geralmente é assim mesmo, se algo me chama a atenção, eu vou lá e pesquiso. E pense comigo, se o primeiro livro, o que mencionei no começo do texto, me agradou em vários aspectos, por que a trilha sonora de seu filme não teria a possibilidade de me agradar também? Eles provavelmente pensaram bem sobre a sintonia do livro, o que cairia bem no formato de filme, já que a trilha sonora pode influenciar bastante na trama. O que o poderia envolver mais aqueles que leram o livro.
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As bandas japonesas Asian Kung-fu Generation e Ikimono Gakari |
Enfim, acho que essas conexões são as que mais tem probabilidade de trazer coisas que gostamos, coisas novas. Usei bandas, livros, séries e animes para este exemplo. Onde quero chegar é que, às vezes achamos que já conhecemos o bastante sobre algo ou alguém, e isto nos basta. Mas quem garante que não há algo mais além? Daí, o que vale é o tamanho da sua curiosidade.
Quem sabe este post faça algum curioso buscar uma das indicações que mencionei.
Os links estão aí, boa viagem!